CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

Ultrassonografia articular: o que é e para que serve?

Envie a um amigo:

Com o objetivo de oferecer os melhores recursos médicos a um número cada vez maior de pessoas, o CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia – ampliou seu atendimento e agora está aceitando encaminhamentos de médicos externos para pedidos de ultrassonografia articular.

Isso significa que qualquer pessoa, dos planos de saúde conveniados ou no atendimento particular, podem requisitar o exame de imagem com encaminhamento de seu próprio médico, mesmo que ele não faça parte da equipe de médicos da clínica.

No CREB, sua ultrassonografia articular é realizada por meio de aparelhos modernos e de última geração, com médico especialista e com hora marcada. Caso deseje, você poderá estacionar seu carro na garagem da própria clínica, em sistema valet. A marcação do exame pode ser feita pelo telefone (21) 3182-8282. Nosso horário de atendimento é de segunda à sexta-feira, das 7h às21h, e aos sábados, das 8h às 15h.

O que é ultrassonografia articular?

A ultrassonografia articular é um exame de imagem das articulações de ombro, joelho, punho e tornozelo, entre outros, com sonda de alta resolução. O equipamento utilizado pelo CREB é de última geração. “Este exame permite ao médico assistente avaliar a presença ou não de derrame articular, posição e aspecto de tendões e a superfície óssea. Não há necessidade alguma de preparo, o exame não é invasivo e é indolor. E a entrega dos resultados é imediata”, explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB.

“A frequência das ondas sonoras geradas pelo transdutor é proporcional a resolução das imagens obtidas. Transdutores mais modernos de alta frequência produzem imagens de alta resolução, aumentando consideravelmente a sensibilidade diagnóstica do método. A ultrassonografia articular permite também, através do efeito doppler, o estudo hemodinâmico de órgãos e tecidos, auxiliando e interagindo diferentes especialidades médicas, firmando-se cada vez mais como um dos pilares diagnósticos da medicina moderna. Além do exame da articulação para a detecção de sinovite, é possível caracterizar seu componente predominante (líquido ou proliferação sinovial) e estudar outras estruturas, como os tendões, as ênteses, a cartilagem e a superfície óssea, possibilitando a pesquisa de erosões nas doenças inflamatórias”, acrescenta o médico do CREB.

O Dr. Haim explica que o médico assistente poderá requisitar a ultrassonografia articular para diagnosticar alterações das estruturas articulares e dos músculos relacionados com a articulação, podendo apontar degeneração articular, artrites, alterações dos ligamentos articulares, tendões, cartilagens e derrames articulares e bursites. “Este exame serve tanto para grandes articulações, como joelhos, cotovelos, ombros e quadris, quanto pequenas articulações, como punhos e dedos dos pés e das mãos”, pontua.


Fisioterapia utiliza eletroterapia contra a dor

Envie a um amigo:

Muito utilizada nos tratamentos fisioterápicos, a eletroterapia consiste na utilização de correntes elétricas terapêuticas como solução de vários problemas de saúde. “Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada...

Muito utilizada nos tratamentos fisioterápicos, a eletroterapia consiste na utilização de correntes elétricas terapêuticas como solução de vários problemas de saúde. “Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada qual com suas particularidades próprias. Mas todas elas tem um objetivo de recuperar a capacidade funcional e morfológica dos tecidos”, explica o fisioterapeuta Cícero Eduardo P. de Barros, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Cícero explica que há vários tipos de aparelhos de eletroterapias, como por exemplo ultrassom, laser e microondas. O ultrassom é utilizado principalmente contra artrite, artrose, bursite, ciática, contraturas musculares, neurites, osteítes, reumatismos, torcicolos, lombalgias, edemas, hematomas e fibroses e aderências. “Em nossos protocolos no CREB para pacientes com essas queixas, lançamos mão também da hidroterapia, acupuntura analgésica, RPG e o pilates, o que traz grande benefício para esses pacientes. Com a integração diagnóstica médica e fisioterapêutica, costumamos obter melhor resultado”, diz.


Como reduzir o risco de queda?

Envie a um amigo:

Assuma um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo.

Na medida que envelhecemos, nossos reflexos ficam mais lentos e nossos ossos tornam-se mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda. 

Quem apresenta um risco maior de sofrer uma queda?

Pessoas com mais de 65 anos, com quatro ou mais desses fatores de risco, aumentam o risco de queda:

  •     Uma história prévia de quedas.
  •     Artrite ou artrose
  •     Depressão.
  •     Tonteira.
  •     Doença crônica, tal como diabetes, obesidade.

  Outros fatores de risco significativos são:

  •     Fraqueza do corpo inferior.
  •     Deficiência de vitamina D.
  •     Uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos).
  •     Problemas de visão.
  •     Dor no pé ou calçado ruim.
  •     Riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes.

Como reduzir o risco de queda ?

 1– Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o Pilates permite ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.

2- Avalie sua pisada. A Baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas.

3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A  presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda.

4- Modifique o seu ambiente.  Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha os objetos que você costuma usar habitualmente, acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.

Assuma um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619